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Os plânctones de Vanua Levu. – 05.06.07 |
Nós cruzamos o alto-mar para ir até a ilha do norte, Vanua Levu.
Nós partimos cedo de "Wainimolono Bay" e levantamos as velas. O percurso completo foi feito utilizando somente a força do vento. Maravilhoso! Eu fiquei no comando do barco por uma hora. É bastante simples, mas ligeiramente musculoso. Inclusive, ao que me parece, a vela é simples para as coisas simples. O problema deve ser quando você deve enfrentar situações complicadas. Aí é a experiência que fala…  O festival de peixe continuava. Nós pescamos um belo Atum Amarelo que devia ter mais ou menos 6 quilos. Nada mal. É um belo peixe que seria devorado à noite.  No final da tarde, nós chegamos no nosso primeiro destino na ilha do norte, "Baulailai Bay". Uma pequena ilha cercada de manguezal.    Eu e Marisa pegamos um caiaque para os dois para ir explorar a região. E foi lá que nosso lado cidade falou mais forte que nosso lado aventura. Nós ficamos encalhados entre as pedras pois a maré estava baixa. Após brigar longos minutos contra a natureza, nós conseguimos nos desvencilhar e voltar para o barco para pegar nossa máscara e tubo para ir nadando. Nos chamaram de dois palhaços... E nos parecíamos mesmo... .jpg) .jpg) Nós encontramos uma bela vegetação mas não fomos muito longe pois chegamos num caminho sem saída, um morro vulcânico cercado de manguezal.  Demos meia-volta e fomos esperar Ralph e Manu que tinham pego um outro caminho e Fabien e Perrine que preparavam o jantar que seria realizado na praia com fogueira. Nosso barco, Kena, estava lá. Imperial. E mais um belo por do sol…   A noite chegando, Fabien acendeu a fogueira com folhas secas e cascas de coco que ajudam a espantar os mosquitos que estavam esperando para nos devorar.  Nosso maravilhoso Atum Amarelo estava pronto para ir para o fogo…  E foi isso que foi feito…  Ele nos parecia delicioso…  E era! Nós o devoramos como previsto. Além do mais, nós tínhamos a companhia de um casal de origem indiana que mora na região. Somente eles, suas vacas e cabras. Raplh e Manu os encontraram enquanto faziam o passeio. Eles estavam bem contentes de nos encontrar e jantar conosco. Acho que isso deve ter sido o evento do mês para eles…  Perrine nos ofereceu um show de dança com o fogo.   Claro que Ralph e eu também tentamos. Nos queimamos mais do que fizemos belos desenhos no ar…   Mas o melhor veio no final. Quando nós voltamos para o barco, nós pudemos constatar que a baía estava infestada de plânctones. Nós pudemos admirar no escuro da noite os milhões de plânctones que emitiam uma luz fosforescente verde quando agitávamos o mar. Um momento de pura magia. |